segunda-feira, 31 de março de 2008
sábado, 29 de março de 2008
Veganismo - Uma pergunta muito frequente: e as plantas?
“E as plantas?” é uma das perguntas mais frequentes que se fazem a um vegano.
É evidente que quem costuma fazer esta pergunta sabe muito bem que existe uma diferença entre, digamos, uma galinha e um pé de alface. Ou seja, se no próximo jantar cortar um pé de alface em frente aos seus convidados, eles reagirão de um modo totalmente diferente se, em vez disso, fatiar uma galinha viva na frente deles. Se, ao caminhar no seu jardim, eu pisar de propósito uma flor, terá toda razão em zangar-se comigo, mas se eu der um pontapé no seu cão de propósito, ficará zangado comigo de uma maneira muito diferente. Ninguém considera estas duas acções equivalentes. Sabemos muito bem que existe uma grande diferença entre uma planta e um cão, o que faz com que dar um pontapé neste último seja moralmente muito mais repreensível do que pisar uma flor.
A diferença entre um animal e uma planta diz respeito à senciência. Ou seja, os animais não humanos, ou pelo menos aqueles que exploramos rotineiramente, sem dúvida são conscientes de sua percepção sensorial. Criaturas sencientes possuem mentes, logo têm preferências, desejos ou vontades. Isso não significa que as mentes dos animais não humanos sejam parecidas com as nossas. Por exemplo, a mente dos humanos, que fazem uso da linguagem simbólica para interagir com o seu mundo, pode ser bem diferente da mente dos morcegos, que utilizam a ecolocalização para interagir com o seu mundo. É difícil saber com precisão. Mas também é irrelevante, pois tanto os humanos quanto os morcegos são sencientes. Ambos são criaturas que possuem interesses, no sentido em que ambos têm preferências, desejos ou vontades. Um humano e um morcego podem pensar de um modo diferente sobre esses interesses, mas não pode haver a menor dúvida de que ambos possuem interesses, inclusive o interesse de evitar a dor e o sofrimento e o interesse de permanecerem vivos.
Já as plantas são qualitativamente diferentes dos humanos e dos outros animais sencientes. Sem dúvida que as plantas são seres vivos, mas não são sencientes, pois não possuem interesses. Uma planta não pode ter desejos, vontades ou preferências porque ela não possui uma mente para que possa ocupar-se com estas actividades cognitivas. Quando dizemos que uma planta “precisa” ou “necessita” de um pouco de água, não nos estamos a referir ao seu estado mental do mesmo modo que não nos estamos a referir à mente de um carro quando dizemos que o seu motor “precisa” ou “necessita” de um pouco de óleo. Trocar o óleo do meu carro pode ser do meu interesse, mas nunca do interesse do carro, pois este não tem interesses.
Uma planta pode reagir à luz do sol e a outros estímulos, mas isso não significa que ela seja senciente. Se eu descarregar uma corrente elétrica num fio amarrado a um sino, o sino tocará. Mas isso não significa que o sino seja senciente. As plantas não possuem sistemas nervosos, receptores de benzodiazepina ou quaisquer características que estejam relacionadas com a senciência. E tudo isso faz sentido do ponto de vista científico. Porque razão teriam elas a necessidade evolucionária de desenvolver a senciência se elas não podem fazer nada para reagir a um acto danoso? Se atear fogo a uma planta, ela não pode fugir, ela permanece no mesmo lugar até queimar. Agora se atear fogo a um cão, ele irá reagir exactamente da mesma forma como uma pessoa reagiria: ele ladrará de dor e tentará livrar-se das chamas. A senciência é uma característica que evoluiu nalguns seres vivos para que eles pudessem ser capazes de sobreviver ao fugir de um estímulo nocivo. A senciência não teria nenhuma utilidade para uma planta, pois elas não podem “fugir”.
http://www.guiavegano.com.br/
É evidente que quem costuma fazer esta pergunta sabe muito bem que existe uma diferença entre, digamos, uma galinha e um pé de alface. Ou seja, se no próximo jantar cortar um pé de alface em frente aos seus convidados, eles reagirão de um modo totalmente diferente se, em vez disso, fatiar uma galinha viva na frente deles. Se, ao caminhar no seu jardim, eu pisar de propósito uma flor, terá toda razão em zangar-se comigo, mas se eu der um pontapé no seu cão de propósito, ficará zangado comigo de uma maneira muito diferente. Ninguém considera estas duas acções equivalentes. Sabemos muito bem que existe uma grande diferença entre uma planta e um cão, o que faz com que dar um pontapé neste último seja moralmente muito mais repreensível do que pisar uma flor.
A diferença entre um animal e uma planta diz respeito à senciência. Ou seja, os animais não humanos, ou pelo menos aqueles que exploramos rotineiramente, sem dúvida são conscientes de sua percepção sensorial. Criaturas sencientes possuem mentes, logo têm preferências, desejos ou vontades. Isso não significa que as mentes dos animais não humanos sejam parecidas com as nossas. Por exemplo, a mente dos humanos, que fazem uso da linguagem simbólica para interagir com o seu mundo, pode ser bem diferente da mente dos morcegos, que utilizam a ecolocalização para interagir com o seu mundo. É difícil saber com precisão. Mas também é irrelevante, pois tanto os humanos quanto os morcegos são sencientes. Ambos são criaturas que possuem interesses, no sentido em que ambos têm preferências, desejos ou vontades. Um humano e um morcego podem pensar de um modo diferente sobre esses interesses, mas não pode haver a menor dúvida de que ambos possuem interesses, inclusive o interesse de evitar a dor e o sofrimento e o interesse de permanecerem vivos.
Já as plantas são qualitativamente diferentes dos humanos e dos outros animais sencientes. Sem dúvida que as plantas são seres vivos, mas não são sencientes, pois não possuem interesses. Uma planta não pode ter desejos, vontades ou preferências porque ela não possui uma mente para que possa ocupar-se com estas actividades cognitivas. Quando dizemos que uma planta “precisa” ou “necessita” de um pouco de água, não nos estamos a referir ao seu estado mental do mesmo modo que não nos estamos a referir à mente de um carro quando dizemos que o seu motor “precisa” ou “necessita” de um pouco de óleo. Trocar o óleo do meu carro pode ser do meu interesse, mas nunca do interesse do carro, pois este não tem interesses.
Uma planta pode reagir à luz do sol e a outros estímulos, mas isso não significa que ela seja senciente. Se eu descarregar uma corrente elétrica num fio amarrado a um sino, o sino tocará. Mas isso não significa que o sino seja senciente. As plantas não possuem sistemas nervosos, receptores de benzodiazepina ou quaisquer características que estejam relacionadas com a senciência. E tudo isso faz sentido do ponto de vista científico. Porque razão teriam elas a necessidade evolucionária de desenvolver a senciência se elas não podem fazer nada para reagir a um acto danoso? Se atear fogo a uma planta, ela não pode fugir, ela permanece no mesmo lugar até queimar. Agora se atear fogo a um cão, ele irá reagir exactamente da mesma forma como uma pessoa reagiria: ele ladrará de dor e tentará livrar-se das chamas. A senciência é uma característica que evoluiu nalguns seres vivos para que eles pudessem ser capazes de sobreviver ao fugir de um estímulo nocivo. A senciência não teria nenhuma utilidade para uma planta, pois elas não podem “fugir”.
http://www.guiavegano.com.br/
quinta-feira, 27 de março de 2008
Arte?
O "Artista" que matou um cão à fome vai repetir o acto!
Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtissima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede.
Durante vários dias, tanto o autor de semelhante crueldade, como os visitantes da galeria de arte presenciaram impassiveis à agonia do pobre animal.
Até que finalmente morreu de inanação, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensível calvário.
[http://img505.imageshack.us/img505/1990/dscn8139vk6.jpg]
[http://img339.imageshack.us/img339/5848/dscn8146pu4.jpg]
[http://img259.imageshack.us/img259/5720/dscn8153yv8.jpg]
[http://img218.imageshack.us/img218/7240/navitividad1cq9.jpg]
[http://img218.imageshack.us/img218/7937/navitividad4so6.jpg]
[http://img218.imageshack.us/img218/5895/perritoho5.jpg]
parece-te forte?
Pois isso não é tudo: a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte decidiu, incompreensivelmente, que a selvageria que acabava de ser cometida por tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensível Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel acção na dita Bienal em 2008.
Facto que podemos tentar impedir, colaborando com a assinatura nesta petição :
http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html
(não tem que se pagar, nem registar) para enviar a petição, de modo que este homem não seja felicitado nem chamado de 'artista' por tão cruel acto, por semelhante insensibilidade e disfrute com a dor alheia.
LUTEM CONTRA ESTA TIPO DE ARTE!!!!
Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtissima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede.
Durante vários dias, tanto o autor de semelhante crueldade, como os visitantes da galeria de arte presenciaram impassiveis à agonia do pobre animal.
Até que finalmente morreu de inanação, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensível calvário.
[http://img505.imageshack.us/img505/1990/dscn8139vk6.jpg]
[http://img339.imageshack.us/img339/5848/dscn8146pu4.jpg]
[http://img259.imageshack.us/img259/5720/dscn8153yv8.jpg]
[http://img218.imageshack.us/img218/7240/navitividad1cq9.jpg]
[http://img218.imageshack.us/img218/7937/navitividad4so6.jpg]
[http://img218.imageshack.us/img218/5895/perritoho5.jpg]
parece-te forte?
Pois isso não é tudo: a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte decidiu, incompreensivelmente, que a selvageria que acabava de ser cometida por tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensível Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel acção na dita Bienal em 2008.
Facto que podemos tentar impedir, colaborando com a assinatura nesta petição :
http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html
(não tem que se pagar, nem registar) para enviar a petição, de modo que este homem não seja felicitado nem chamado de 'artista' por tão cruel acto, por semelhante insensibilidade e disfrute com a dor alheia.
LUTEM CONTRA ESTA TIPO DE ARTE!!!!
quarta-feira, 26 de março de 2008
Adopta, não compres
Os animais de raça são lindos e adoramos mostrá-los aos nossos amigos. Merecem-nos elogios, que ouvimos como se nos estivessem a elogiar a nós, e dão-nos um certo prestígio.
A sua vida é fácil e doce... mas a sua origem pode não ter sido assim tão doce.
A criação de animais de raça raramente é um processo natural. As mães são forçadas a ter ninhadas com intervalos mais curtos do que seria natural para sustentar as despesas dos criadores que insistem em viver às custas deste negócio, e quando já não estão na idade de procriar ou já não produzem crias ‘com qualidade’, podem ser simplesmente eutanasiadas ou vendidas por um preço baixo.
Esta é uma das muitas faces dos negócios de animais de companhia.
Outra, é que ao estarmos a dar dinheiro por um animal de raça, estamos a sustentar este negócio, a ajudar a que ele continue e floresça, e a fazer com que o número de cães e gatos aumente, quando ele já é tão grande e os canis municipais estão a abarrotar de animais sem dono.
Por muito menos dinheiro do que aquele que se dá por um animal com pedigree, ou até de graça, pode arranjar-se um animal de companhia num abrigo para animais abandonados ou num canil municipal.
Os canis municipais, principalmente, são locais onde existem animais cujo tempo se esvai rapidamente – se não forem adoptados ao fim de um certo tempo de espera, em alguns casos muito curto, serão mortos para dar lugar a outro breve prisioneiro da mesma jaula.
A visita a um canil municipal é algo desesperante – os animais parece que pressentem que estamos ali para escolher algum felizardo e acreditam mesmo, por instantes, que serão os escolhidos; abanam as caudas ou miam de contentes por verem um ser humano, que eles estão habituados a considerar uma fonte de segurança e carinho. É doloroso deixá-los para trás e não poder levá-los a todos.
As organizações de ajuda a animais abandonados são outro local onde é possível encontrar um animal de companhia. Nestes locais os animais não costumam ser maltratados ou desdenhados como o poderão ser pelos funcionários dos canis municipais, já que aqui só trabalha quem gosta mesmo de animais, muitas vezes em regime de voluntariado. Mas também estas organizações estão sobrelotadas com animais sem dono, principalmente por causa do desleixo dos antigos donos que não deram valor ao animal e o abandonaram. Além disso, aqui os animais podem sofrer imensas necessidades básicas, como vacinas, medicamentos, abrigo e muitas vezes comida.
Concluindo: lembra-te destes pequenos conselhos quando pensares em adquirir um novo animal de companhia. A vida de cada animal é única, na medida em que é a única oportunidade que ele terá; e acabada essa oportunidade não haverá mais nada para ele.
Adopta, não compres. Vais ver que atrás de um pêlo menos comprido, de umas orelhas menos direitas e de um focinho menos elegante, a alma é igual.
Podem-se encontrar animais para adoptar e a morada de associações e canis em todo o país nos seguintes links:
http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=309
http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=304
http://www.centrovegetariano.org/
A sua vida é fácil e doce... mas a sua origem pode não ter sido assim tão doce.
A criação de animais de raça raramente é um processo natural. As mães são forçadas a ter ninhadas com intervalos mais curtos do que seria natural para sustentar as despesas dos criadores que insistem em viver às custas deste negócio, e quando já não estão na idade de procriar ou já não produzem crias ‘com qualidade’, podem ser simplesmente eutanasiadas ou vendidas por um preço baixo.
Esta é uma das muitas faces dos negócios de animais de companhia.
Outra, é que ao estarmos a dar dinheiro por um animal de raça, estamos a sustentar este negócio, a ajudar a que ele continue e floresça, e a fazer com que o número de cães e gatos aumente, quando ele já é tão grande e os canis municipais estão a abarrotar de animais sem dono.
Por muito menos dinheiro do que aquele que se dá por um animal com pedigree, ou até de graça, pode arranjar-se um animal de companhia num abrigo para animais abandonados ou num canil municipal.
Os canis municipais, principalmente, são locais onde existem animais cujo tempo se esvai rapidamente – se não forem adoptados ao fim de um certo tempo de espera, em alguns casos muito curto, serão mortos para dar lugar a outro breve prisioneiro da mesma jaula.
A visita a um canil municipal é algo desesperante – os animais parece que pressentem que estamos ali para escolher algum felizardo e acreditam mesmo, por instantes, que serão os escolhidos; abanam as caudas ou miam de contentes por verem um ser humano, que eles estão habituados a considerar uma fonte de segurança e carinho. É doloroso deixá-los para trás e não poder levá-los a todos.
As organizações de ajuda a animais abandonados são outro local onde é possível encontrar um animal de companhia. Nestes locais os animais não costumam ser maltratados ou desdenhados como o poderão ser pelos funcionários dos canis municipais, já que aqui só trabalha quem gosta mesmo de animais, muitas vezes em regime de voluntariado. Mas também estas organizações estão sobrelotadas com animais sem dono, principalmente por causa do desleixo dos antigos donos que não deram valor ao animal e o abandonaram. Além disso, aqui os animais podem sofrer imensas necessidades básicas, como vacinas, medicamentos, abrigo e muitas vezes comida.
Concluindo: lembra-te destes pequenos conselhos quando pensares em adquirir um novo animal de companhia. A vida de cada animal é única, na medida em que é a única oportunidade que ele terá; e acabada essa oportunidade não haverá mais nada para ele.
Adopta, não compres. Vais ver que atrás de um pêlo menos comprido, de umas orelhas menos direitas e de um focinho menos elegante, a alma é igual.
Podem-se encontrar animais para adoptar e a morada de associações e canis em todo o país nos seguintes links:
http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=309
http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=304
http://www.centrovegetariano.org/
segunda-feira, 24 de março de 2008
Cães potencialmente perigosos - Nova Lei?
Não existem cães potencialmente perigosos, existem cães com muito potencial e donos perigosos.
O governo prepara nova legislação, cuja publicação próxima anuncia, que obrigará a esterilizar os cães de algumas raças, proibindo a comercialização dos respectivos exemplares. Fá-lo sob o pretexto de considerar “potencialmente perigosas” as raças visadas.
O número de acidentes com cães de raças não visadas por esta intenção legislativa é escandalosamente superior ao número de acidentes com os cães das raças visadas, como poderá atestar qualquer serviço de urgências de qualquer hospital em território português.
A intenção legislativa anunciada segue impulsos paranóides, paralelos aos que já se manifestaram numa – absolutamente idiótica – lei das armas, em cujos os termos são “armas proibidas” as facas de mato dos escuteiros, as facas de mergulho (peça essencial à segurança desta actividade desportiva) incluindo, também, os arcos e flechas que constituem brinquedos infantis. Supomos até, face a tão aberrante texto, que as próprias navalhas de barbearia, serão, sem dificuldade, enquadráveis nessas proibições legais.
A intenção legislativa, agora anunciada, não servirá para mais do que propiciar intrusões policiais repulsivas na vida privada e familiar de qualquer pessoa em cuja casa existam cães, tanto mais que a preparação média do agente vulgar das forças de segurança não lhe permite minimamente que seja enquadrar em qualquer raça, qualquer espécimen e, esta usual falta de preparação (que aliás se estende por quase todos os domínios), que resulta de carências da própria lei e falta de meios humanos e técnicos, promete agravar as incomodidades e os problemas da população.
A anunciada intenção legislativa, por consequência, prenuncia perigos infinitamente superiores e mais graves do que aqueles que visa, segundo diz, evitar.
Por outro lado, antes de definir uma estratégia clara de combate à corrupção, resulta simplesmente disparatado aumentar proibições ou dificuldades para o homem comum, sabendo-se que, com estas, qualquer funcionário corrupto pode negociar em razão dos poderes funcionais, até agora insusceptíveis de controlo eficaz.
Uma tal intenção legislativa, a concretizar-se, pode gerar abandonos de cães cujo assilvesteramento os transformará em perigos de consequências imprevisíveis, sendo igualmente certo que uma tal lei, nas condições sociais concretas, servirá seguramente para incomodar cidadãos cumpridores da lei, sendo absolutamente ineficaz face ao aumento – que se mostra apta a provocar – do comércio ilegal de cães das raças que visa (ilegitimamente) erradicar.
As raças referidas na nova lei são as seguintes:

cão de fila brasileiro

dogo argentino

pitbull

rotweiller

Staffordshire bull terrier

Staffordshire terrier americano

tosa inu
Se nao concordas com esta lei, assina a petição aqui
http://peloscaes.org/
O governo prepara nova legislação, cuja publicação próxima anuncia, que obrigará a esterilizar os cães de algumas raças, proibindo a comercialização dos respectivos exemplares. Fá-lo sob o pretexto de considerar “potencialmente perigosas” as raças visadas.
O número de acidentes com cães de raças não visadas por esta intenção legislativa é escandalosamente superior ao número de acidentes com os cães das raças visadas, como poderá atestar qualquer serviço de urgências de qualquer hospital em território português.
A intenção legislativa anunciada segue impulsos paranóides, paralelos aos que já se manifestaram numa – absolutamente idiótica – lei das armas, em cujos os termos são “armas proibidas” as facas de mato dos escuteiros, as facas de mergulho (peça essencial à segurança desta actividade desportiva) incluindo, também, os arcos e flechas que constituem brinquedos infantis. Supomos até, face a tão aberrante texto, que as próprias navalhas de barbearia, serão, sem dificuldade, enquadráveis nessas proibições legais.
A intenção legislativa, agora anunciada, não servirá para mais do que propiciar intrusões policiais repulsivas na vida privada e familiar de qualquer pessoa em cuja casa existam cães, tanto mais que a preparação média do agente vulgar das forças de segurança não lhe permite minimamente que seja enquadrar em qualquer raça, qualquer espécimen e, esta usual falta de preparação (que aliás se estende por quase todos os domínios), que resulta de carências da própria lei e falta de meios humanos e técnicos, promete agravar as incomodidades e os problemas da população.
A anunciada intenção legislativa, por consequência, prenuncia perigos infinitamente superiores e mais graves do que aqueles que visa, segundo diz, evitar.
Por outro lado, antes de definir uma estratégia clara de combate à corrupção, resulta simplesmente disparatado aumentar proibições ou dificuldades para o homem comum, sabendo-se que, com estas, qualquer funcionário corrupto pode negociar em razão dos poderes funcionais, até agora insusceptíveis de controlo eficaz.
Uma tal intenção legislativa, a concretizar-se, pode gerar abandonos de cães cujo assilvesteramento os transformará em perigos de consequências imprevisíveis, sendo igualmente certo que uma tal lei, nas condições sociais concretas, servirá seguramente para incomodar cidadãos cumpridores da lei, sendo absolutamente ineficaz face ao aumento – que se mostra apta a provocar – do comércio ilegal de cães das raças que visa (ilegitimamente) erradicar.
As raças referidas na nova lei são as seguintes:

cão de fila brasileiro

dogo argentino

pitbull

rotweiller

Staffordshire bull terrier

Staffordshire terrier americano

tosa inu
Se nao concordas com esta lei, assina a petição aqui
http://peloscaes.org/
sábado, 22 de março de 2008
Vegetarianismo no JN
Na edição de dia 9 Fevereiro, sábado, do Jornal de Notícias, no suplemento Viva+ (no interior do jornal), saíram 3 páginas dedicadas ao vegetarianismo.
Desvendam-se alguns mitos, apresentam-se locais onde comer e comprar produtos vegetarianos e referem-se os principais sítios portugueses dedicados ao assunto.
A nutricionista Florbela Mendes desmistifica algumas ideias sobre a alimentação vegetariana. E, em entrevista, o Centro Vegetariano explica o que mudou no vegetarianismo desde 2001 e o crescimento do sítio www.centrovegetariano.org
Artigo (página 1)
Artigo (página 2, parte I)
Artigo (página 2, parte II)
Artigo (página 3, parte I)
Artigo (página 3, parte II)
http://www.jn.pt
www.centrovegetariano.org
Desvendam-se alguns mitos, apresentam-se locais onde comer e comprar produtos vegetarianos e referem-se os principais sítios portugueses dedicados ao assunto.
A nutricionista Florbela Mendes desmistifica algumas ideias sobre a alimentação vegetariana. E, em entrevista, o Centro Vegetariano explica o que mudou no vegetarianismo desde 2001 e o crescimento do sítio www.centrovegetariano.org
Artigo (página 1)
Artigo (página 2, parte I)
Artigo (página 2, parte II)
Artigo (página 3, parte I)
Artigo (página 3, parte II)
http://www.jn.pt
www.centrovegetariano.org
quinta-feira, 20 de março de 2008
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